nado livre/crawl

nado livre/crawl

REGRAS

Nesta modalidade atleta pode escolher qualquer estilo, mas na prática todos os nadadores escolhem o nado crawl, que permite mais velocidade. O nado livre corresponde a provas de 50, 100, 200, 400, 800 e 1500 metros ou revezamento de 4x100 e 4x200 metros. Nas provas de 800 m competem apenas mulheres e as provas de 1500 m competem apenas homens.

Durante a prova, o toque com as mãos não é exigido durante a virada, pois qualquer parte do atleta que encostar na parede é considerada. Além disso, o atleta não pode nadar somente por baixo d’água ou seja, uma parte do corpo deve estar sempre do lado de fora.

Cada árbitro tem sua função específica:

Árbitro geral - pessoa responsável por todos os fatores da prova com direito a dar a palavra final;

Juízes do nado - observam a prova pelas laterais da piscina e analisam o correto desempenho do nado;

Juízes da partida - responsável por dar a largada com um sinal eletrônico;

Juízes de volta - responsáveis por observar se as viradas desempenhadas pelos atletas estão de acordo com as regras.

GLOSSÁRIO

Piscina curta de 25 m que não é usada em jogos olímpicos e profundidade a partir de 2 m;

Piscina olímpica de 50 m que é o tamanho padrão em olimpíadas e ter no mínimo 3 m de profundidade.

As raias são usadas para separar a área de cada nadador e devem ter 2,5 m de largura.

O bloco de partida é a plataforma de onde os nadadores saltam na largada. A altura estabelecida entre 50 a 75 centímetros e a inclinação do bloco de partida não pode ultrapassar dez graus.

Queimar significa quando o atleta começa a prova antes do som de largada e é desclassificado quando queima a largada.

HISTÓRIA

Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.

Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi num movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente.

Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transformou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.

Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

Aos poucos, a modalidade ganhou força e, em 1908, durante as Olimpíadas de Londres, foi fundada a Federação Internacional de Natação (Fina), que comanda não só as provas da modalidade, mas as de nado sincronizado, polo aquático e saltos ornamentais.

No Brasil, o esporte surgiu, oficialmente, em 31 de julho de 1897, com a fundação da União de Regatas Fluminense. Um ano depois, o Clube de Natação e Regatas organizou o primeiro Campeonato Brasileiro, que consistia em uma distância de 1.500 metros, entre a Fortaleza de Villegaignon e a praia de Santa Luzia, no Rio de Janeiro.

Fonte: 

Rio 2016 (rio2016.com)

Brasil 2016 (brasil2016.gov.br)

Comitê Olímpico Brasileiro (cob.org.br)

Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (cbda.org.br)

Federação Internacional de Natação (fina.org)

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