nado peito

nado peito

REGRAS

O nado peito é aquele considerado como o mais antigo de toda a natação sendo a primeira forma de se competir nessa modalidade esportiva. É também o estilo mais lento e o atleta deve ficar com o seu corpo em posição horizontal, com a região do tórax voltada para baixo. Dessa forma, a movimentação dos braços deve ser simultânea e não se torna possível movimentá-los de maneira alternada.

O nado peito representa que o nadador deve sustentar o seu corpo por meio da região peitoral. As mãos do atleta devem ser jogadas para frente, sempre juntas, partindo do peito do praticante. Mas, primeiro o nadador realiza braçadas simultâneas e depois pernadas, também simultâneas. Um exemplo simples que nos ajuda a entender essa regra é quando imaginamos o movimento realizado por um sapo, quando ele está dentro da água. Sendo assim, a movimentação das pernas do atleta é bem similar com as do sapo, já que as duas pernas são jogadas para trás ao mesmo tempo, o que consequentemente empurra a água da piscina para trás.

No momento da virada ou do toque na borda, o atleta precisa bater as duas mãos na parede. As provas são realizadas com 100 m e 200 m.

HISTÓRIA

Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.

Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi num movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente.

Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transformou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.

Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

Aos poucos, a modalidade ganhou força e, em 1908, durante as Olimpíadas de Londres, foi fundada a Federação Internacional de Natação (Fina), que comanda não só as provas da modalidade, mas as de nado sincronizado, polo aquático e saltos ornamentais.

No Brasil, o esporte surgiu, oficialmente, em 31 de julho de 1897, com a fundação da União de Regatas Fluminense. Um ano depois, o Clube de Natação e Regatas organizou o primeiro Campeonato Brasileiro, que consistia em uma distância de 1.500 metros, entre a Fortaleza de Villegaignon e a praia de Santa Luzia, no Rio de Janeiro.

Fonte: 

Rio 2016 (rio2016.com)

Brasil 2016 (brasil2016.gov.br)

Comitê Olímpico Brasileiro (cob.org.br)

Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (cbda.org.br)

Federação Internacional de Natação (fina.org)

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